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História da inauguração da nossa escola e biografia do patrono

Inaugurada em 25/06/79 e instalada em 23/07/79. A escola chegou a chamar-se Procópio Ferreira por apenas algumas horas e atendendo a uma propositura do Deputado Emílio Justo alterou para o nome atal, homenageando o educador Cleóbulo Amazonas Duarte

 

Cleóbulo Amazonas Duarte
1898 - 1979
Santista por adoção, nasceu a 2 de fevereiro de 1898 em Aracaju, no estado de Sergipe, filho do Major Antonio Pedro Duarte e de Dona Irinéa Amazonas Duarte.
Seus primeiros estudos foram feitos no Atheneu Sergipense, ao mesmo tempo tomando aulas particulares de francês e português.

Em 1913 veio para Santos e, no ano seguinte, para o Rio de Janeiro, onde se formou pela Faculdade de Direito em 1921. Durante o tempo em que esteve morando no Rio, Amazonas Duarte sempre exerceu o magistério, dando aulas de geografia, história e português nos colégios Lessa e Silvio Leite e no Ginásio 28 de Setembro.

Formado advogado, veio para Santos e aqui exerceu diversas atividades. Foi professor-titular de história da Economia da Faculdade de Ciências Econômicas e Comerciais de Santos durante dez anos e lecionou Direito Penal na Faculdade Católica de Direito e História da Economia na Faculdade de Comunicação. Também lecionou durante trinta anos na Associação Instrutiva José Bonifácio.
Além do magistério, exerceu a advocacia durante quase cinquenta anos, quatro dos quais como Promotor do Estado, além de Consultor Jurídico da Capitania dos Portos do Estado de São Paulo.

Também adentrou a área do jornalismo, onde já se aventurara, como revisor do jornal "Correio de Aracaju", em 1912 . Em Santos ele dirigiu os jornais "A Gazeta Popular" e o "Jornal da Noite", além de colaborar com a revista "28 de Setembro". A partir de 1919 esteve na "Revista do Comércio" e colaborou com "A Tribuna".

Participou ativamente de várias entidades, como sócio ou presidente, entre elas a Academia Sergipana de Letras, o Instituto Histórico e Geográfico de Santos e a Academia Santista de Letras (1971).

Recebeu diversas comendas ao longo de sua vida: Mérito de Tamandaré, Mérito Cultural Rui Barbosa, Diploma Medalha de Amigo da Marinha, Medalha Cultural Imperatriz Leopoldina e Medalha do Patriarca, além da Medalha Príncipe Albert concedida pelo Principado de Mônaco.
Mas o título que lhe conferiu maior emoção e alegria foi o de Cidadão Santista, conferido em sessão solene da Câmara em 1963.

Escritor e poeta, deixou diversas obras literárias, entre elas "Pan e Vênus" (versos 1917), "Circuito de Agonia" (contos), "D. Pedro II" e "Atualidade de Rui Barbosa".

Faleceu a 12 de fevereiro de 1979, com 81 anos de idade

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